Sábado, 26 de Setembro de 2009

Serei eu ou serão os seus medos?

Só uma análise ao comentário do anónimo que ironizou sobre o Acto Final, afirmando “estar cheio de medo”.
Caros leitores, analisem bem este comentário e a mensagem que o despoletou. Apesar de Acto Final querer dizer muitas coisas neste contexto, nomeadamente conclusão de um conflito, estes Srs. esforçam-se por conotar tudo o que escrevo com actos malévolos, distorcendo e sugerindo fábulas trepidantes. Tenho uma explicação para isso: estamos perante pessoas que desenvolveram uma obsessão para comigo, sendo que a única forma de se chegarem a mim é analisando os meus escritos. Esperam ansiosamente que eu escreva algo, para se aproveitarem de cada detalhe e mostrarem para todo o mundo o tão ensombrados estão com a minha pessoa. Demonstraram claramente ter um medo interior bastante perturbador em relação a mim, que decerto não advirá dos meus actos, mas sim da minha qualidade descomprometida e de confronto com as suas visões de sociedade e o seus modos de estar, em relação a mim ou a quaisquer outros como eu. Sem me dar conta, acabo de notar que há um grupo (talvez grande) de pessoas obcecadas comigo, com o meu passado, presente e futuro. Tudo o que eu possa dizer ou escrever vai-lhes inquietar ou inspirar medo. E porque acham que têm de fazer alguma coisa e sem terem muitas opções, escrevem-me ou escrevem noutros espaços, tentando convencer os outros de que estão a denunciar um papão que lhes vem assombrar à noite e lhes quer fazer mal. Haverá alguma razão para isso?
Vejamos: Nunca lhes fiz qualquer mal, apesar de haver muitas inimizades e rancor de parte a parte, mas também nunca me deram a entender que tentariam algum dia acertar contas (mesmo que fosse apenas verbalmente, já que são tão cobardes que não são capazes de suportar olhar-me nos olhos); neste conflito actual, nunca fiz qualquer mal, nem físico, nem moral a ninguém. Apenas tento defender-me dos males que estão a ser cometidos sobre mim, usando armas pacíficas, nomeadamente este blog. Não agredi ninguém nem nunca o farei, nem nas piores circunstâncias que me venha a encontrar, excepto se a isso for obrigado em minha legítima defesa. Sou uma pessoa pacífica e nem por actos, nem por intenções alguém pode provar o contrário, apesar de reconhecer que inspiro algum temor naqueles que sabem que me são incompatíveis. Noto também que, em boa verdade, só um grupo muito restrito de pessoas, dentro do meu núcleo duro de amigos, conhece-me verdadeiramente. Não podia esta mais contente. A conclusão a que eu chego é de que tenho amigos, tenho muito bons amigos.
De modo que dou um conselho a esses assombrados: procurem ajuda psicológica e tratem-se desse Complexo de Gilson que vos está a destruir de dentro para fora. Ninguém está no vosso encalço.

Best